
Feliciano Costa (Caldas da Rainha, 2000)
Licenciado em Design de Ambientes na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, finaliza agora o Mestrado em Artes Plásticas também na ESAD.CR. Na sua prática artística utiliza vários meios, nomeadamente, desenho, colagem, fotografia, poesia, som e instalação. Com um constante pensamento “memento mori”, ao longo do seu percurso tem vindo a estabelecer uma relação forte com a comunicação e a passagem do tempo.
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Tem integrado exposições como: “262 - Quase sem luz” (2022), na Galeria Farinha (já inexistente), em Silos - Contentor Criativo das Caldas da Rainha, num registo coletivo, assim como individual, no mesmo local, com “Equis - A morte conta-se vivendo (G. Ungaretti)” (2023); Em 2023 participou na residência artística “HODO - Tempos Extraordinários”, com a APCEN, onde estavam responsáveis pela representação de Portugal na Quadrienal de Praga. Mais recentemente recebeu uma bolsa por parte da ESAD.CR, com o apoio da Camara Municipal de Torres Vedras, que lhe proporcionaram um período de 3 meses em residência artística na RAMA, com futura exposição individual em março de 2026, porém já pode mostrar parte do seu trabalho na exposição de bolseiros e finalistas do Mestrado em Artes Plásticas da ESAD.CR “Ainda há sementes para serem colhidas e espaço no saco de estrelas (Ursula K. Le Guin)”, na SAFRA, em outubro de 2025. Atualmente tem o seu trabalho exposto no Aeroporto Internacional RioGaleão - Rio de Janeiro (Brasil), em parceria com o Arte Institute, como parte integrante da representação portuguesa de arte contemporânea.
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